Postagens populares

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Região da floresta tropical do congo

A região central do continente africano abriga a 2ª maior floresta tropical do planeta. A fauna e a flora são muito diversificadas, contendo várias espécies de animais e plantas que só existem nesse lugar fantástico. É um local ótimo para o ecoturismo, principalmente para pessoas que gostam de aventuras e de contato com a natureza.
África Central detém o segundo maior floresta tropical do mundo, que está situada sobre o rio Congo, o sétimo maior rio em 4.630 quilômetros.

Não Deixe de Visitar
Reserva Especial de Dzanga-Sangha
Essa Reserva está ligada com áreas protegidas de 3 países: da República do Congo, da República dos Camarões e com o Parque Nacional Dzanga-Ndoki (da República Centro-Africana) para formar uma área de floresta de proteção trinacional, localizada à noroeste das terras baixas congolesas, formando uma única região ecológica.

Parque Nacional D'Odzala (gorilas)
Esse parque é o habitat da maior população de gorilas de planície da África. Existe apenas uma espécie de gorila (Gorilla gorilla), dividida em três subespécies de acordo com características físicas e distribuição geográfica. Os gorilas das planícies do oeste, atingidos pela epidemia do Ebola, são os mais numerosos, somando cerca de 40 mil indivíduos, dos quais 80% vivem na selva equatoriana da República do Congo.  
Clima da região central Africana
A região é caracterizada pelas baixas altitudes e pelo clima quente e úmido.A temperatura média anual varia de 22°C a 26°C, precipitação anual é superior a 1500 mm e a umidade relativa do fica compreendida entre 80 e 90%.

Localizado no centro-oeste da África, com uma pequena porção de costa no Oceano Atlântico e cortado pela linha do Equador, o Congo tem clima quente e úmido. Cerca de 55% do território é coberto por florestas tropicais. Ao sul e leste, é limitado pelo rio Congo e um dos seus afluentes, o rio Ubangi, sendo que as margens esquerdas de ambos os rios pertencem à República Democrática do Congo.
• é o segundo maior rio da África (após o rio Nilo);
• é o segundo rio do mundo em caudal (apenas ultrapassado pelo rio Amazonas);
• é o segundo em área da bacia hidrográfica (novamente a seguir ao Amazonas);

Madagascar

Muito sol, praia, vegetação densa e animais pouco comuns para os brasileiros --caso dos lêmures-- fazem parte dos cenários da quarta maior ilha do mundo. 
Madagascar garante seu lugar nesse ranking das dimensões, atrás apenas da Groenlândia, Papua-Nova Guiné e Bornéu, por causa de seus 587 mil km2 --área equivalente ao dobro do Estado do Arizona, nos Estados Unidos. 
A ilha --separada do continente africano há cerca de 160 milhões de anos-- é cortada por montanhas que a dividem de maneira geográfica, climática e cultural. A costa leste, por exemplo, é formada por mata densa e grandes conglomerados de árvores, enquanto a costa oeste tem vegetação rasteira. 

Os contrastes também estão presentes quando se considera a latitude: além do sol intenso retratado no filme "Madagascar", no topo das montanhas faz frio durante o inverno. A capital, Antananarivo, fica em uma dessas regiões altas, no centro da ilha. 

Madagascar o Filme.
Um animal freqüentemente associado ao local é o lêmure. Há também cerca de 340 espécies de répteis e 222 anfíbios na ilha --deste último grupo, apenas uma espécie pode ser encontrada
em outros lugares do mundo. Cerca de 50% das 209 espécies de pássaros de Madagascar também são endêmicas (restritas à região). 

Os lêmures são animais típicos de lá.
Uma das atrações mais visitadas da ilha é o parque nacional Montagne d'Ambre, na região de Antsiranana. No local é possível observar diversas espécies de flora e fauna desconhecidas dos turistas.
Antananarivo (ou "Anta"), é superpopulosa, assim como outras capitais africanas. Em algumas regiões da cidade, os pedestres disputam espaço com vendedores
de rua que abordam os turistas com seus produtos típicos. 

Se quiser fugir do agito, o turista pode visitar as ruínas de Rova, que já foi a moradia de reis. A construção fica no topo da montanha mais alta, de onde é possível observar uma extensão de diversos quilômetros em todas as direções. 

No local é possível ouvir o malgaxe e francês --as línguas oficiais faladas pelos cerca de 18 milhões de habitantes de Madagascar. Há também pessoas que falam dialetos e inglês. O francês tem presença garantida porque, até 1960, a ilha foi colônia do país europeu. Neste mesmo ano o país conquistou sua independência e, em 1992, tornou-se uma república. 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Leste Africano - Cultura

O Leste da África, também conhecida como “Chifre da África”, por sua forma física do extremo leste africano, é uma área bem diversificada por ter países bem estruturados e urbanizados, como é o caso do Quênia, e em contraponto a isto, existe à Somália e Etiópia, nações mergulhadas em problemas gerados pelas suas guerras civis. Nesta região encontram-se dez países bem distintos, tantos nos aspectos físicos como humanos. É na divisa entre Uganda, Tanzânia e Quênia que existe o lago Vitória, que é considerado a nascente do rio Nilo.

As Colônias Africanas (África Oriental)

Somalia

No leste do continente africano localiza-se o chamado “Chifre da África”.
É nessa região, situada no extremo oriente da África, que fica o país semi-desértico da Somália.
O país é conhecido oficialmente por República da Somália e anteriormente como República Democrática da Somália.
O norte é montanhoso margeando o Golfo de Áden.
O sul é uma planície que acompanha o Oceano Índico, com savanas e fauna diversificada.
A Somalia faz fronteira com o Djibuti no noroeste, Quênia no sudoeste, o Golfo de Aden com o Iemen a norte, o Oceano Índico a leste e com a Etiópia no oeste.
A população está na região há milênios e constitui-se, na maioria, de pastores nômades de rebanhos bovinos, caprinos e ovinos.
Especula-se que nessa região, onde situam-se a atual Eritreia, o Djibuti, a Somália e uma parte do Quênia e do Sudão, seja o berço da humanidade.

Religiões da África (África Oriental)

Religiões da África Oriental

A região leste da África comporta 100 milhões de habitantes pertencentes aos quatro grandes grupos lingüísticos mencionados na postagem anterior, que formam mais de 200 sociedades distintas. Um suaíle simplificado serve de língua veicular na região, mas a maioria das pessoas fala línguas bantos, como os "gandas", "nyoros", "nkores", "sogas" e "gisus" em Uganda: os kikuyus e kambas no Quênia; e os "kagurus" e "gogos" na Tanzânia. As religiões dos povos bantos apresentam algumas características comuns, como o caráter de deus otiosus do criador que, com exceção dos kikuyus, é visto como figura distante que não intervém nos acontecimentos do dia a dia. Consequentemente sua presença no ritual é pequena. As divindades ativas são os heróis e os ancestrais, muitas vezes consultados em seus santuários por médiuns que, em estado de transe, entram em comunicação direta com eles. Em princípio os espíritos dos mortos também podem possuir o médium. Por isso, convém aplacá-los e fazer-lhes oferendas periódicas. Vários rituais têm a finalidade de livrar a sociedade de certos estados de impureza nos quais se incorreu em virtude de transgressão, voluntária ou involuntária, da ordem.
A África Oriental é a parte da África banhada pelo Oceano Índico e inclui, não só os países costeiros e insulares, Comores, Djibouti, Eritreia, Etiópia, Quénia, Seychelles, Moçambique, Somália e Tanzânia, mas também alguns do interior, como Burundi, Ruanda e Uganda, além de Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, herdeiros independentes da antiga Federação da Rodésia e Niassalândia


Savanas
A Savana Africana são grandes extensões de terra na África com vegetação de savana temperada herbácea de forma contínua raramente interrompida por capões de arbustos e árvores menores. A savana tem um clima particular devido às secas prolongadas, que podem ter uma duração de até dez meses, com elevadas temperaturas e umidade do ar desértica. Quando chega a estação das chuvas, devido às suas características, o crescimento da vegetação é extremamente acelerado, chegando as gramíneas até a altura de trinta centímetros, as árvores até quatro metros e os arbustos até um metro e meio. Ao cessar das chuvas, a vegetação rasteira seca com a mesma rapidez de seu crescimento, fornecendo palha de fácil combustão, desta forma favorecendo a ocorrência de incêndios espontâneos ou por ação humana, as queimadas. Uma das mais famosas savanas da África é o bioma do Serengueti com árvores baixas, mas em grande número, bastante espinhosas e de folhas reduzidas em tamanho, há a predominância do cacto, da acácia, da palmeira e árvores de grande porte como o baobá, maruleira que aparecem em alguns ecossistemas da savana africana. A savana africana aparece na região fronteiriça entre a floresta mais densa e o deserto nos trópicos, ocupando uma faixa bastante grande do continente africano desde leste a oeste, do Sudão aos Grandes Lagos. A fauna da savana africana é composta por mamíferos herbívoros de grande porte (como o búfalo, a girafa, o rinoceronte e o elefante), mamíferos herbívoros (como a zebra, o impala, o gnu e antílopes), mamíferos felinos predadores (como o leão, o leopardo e o guepardo), mamíferos canídeos (como o mabeco e chacal, aves (como o falcão, a águia, o abutre e o avestruz).
No leste encontra-se uma de suas características físicas mais marcantes: uma falha geológica estendendo-se de norte a sul, o Grande Vale do Rift, uma fenda tectônica em que se sucedem montanhas, algumas de origem vulcânica e grandes depressões. Nessa região se localizam os maiores lagos do continente, circundados por altas montanhas, destacando-se: o Quilimanjaro (5.895 metros), o monte Quênia (5.199 metros) e o Ruwenzori (5.109 metros).

Vegetação

A vegetação africana é um reflexo do clima, uma vez que as paisagens se organizam e se distribuem pelo espaço geográfico de forma muito parecida com os tipos climáticos. Na porção equatorial, onde as chuvas são abundantes o ano inteiro, há florestas densas, diversificadas e sempre verdes - a vegetação dominante é a floresta equatorial. À medida que avançam para regiões mais secas, ao norte e ao sul, essas florestas vão perdendo a densidade e se transformam em savanas - que constituem o tipo de vegetação mais abundante no continente.

As estepes aparecem entre as savanas e os desertos e à medida que alcançam áreas mais secas, tornam-se progressivamente mais ralas, até se transformarem em regiões desérticas. Nos desertos, pode, eventualmente haver oásis, onde se desenvolvem tamareiras, arbustos e gramíneas. Finalmente, nos extremos do continente há maquis e garrigues, conhecidos como vegetação mediterrânea.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Uma fauna riquíssima - Parque Nacional do Iona (Angola)

Adiministração do parque.
Origem - Estabelecido como Reserva de Caça a 02-10-1937. 
Classificação - Parque Nacional, II, desde 26-12-1964. 
Localização- O Parque Nacional de Iona está situado no sul de Angola, na província do Namibe, entre o Oceano Atlântico e os rios Cunene e Curoca. 
Área - Ocupa 15.150 km². 
Limites Geográficos - 15 44' a 17 16' de Latitude Sul e 11 44' a 13 14' de Longitude Este. 
Limites Naturais - Limitado a Norte pelo Rio Curoca, a Sul pelo Rio Cunene, a Oeste pelos Rios Cunene e Curoca e, a Leste, pelo Rio dos Elefantes. 
Descrição -O Parque Nacional de Iona estende-se das dunas de areia junto ao mar, até às montanhas Tchamalinde, a Leste. O centro do Parque é de planícies abertas. A pluviosidade média anual varia entre 100 mm a 500mm, aumentando à medida que nos afastamos do mar. Existem trinta e uma fontes naturais dentro do Parque. 
Há três tipos de vegetação: anharas, dunas com arbustos e planície de savana com pequenos arbustos. Abunda a welvitschia mirabilis, planta que pode atingir mais de mil anos de vida. 
O antílope emblemático do Parque é a palanca negra gigante (Hippotragus niger), praticamente extinta, mas existem outros mamíferos como o elefante, olongo (Strepsiceros strepsiceros - kudu), leão, rinoceronte negro, onça, hiena, guelengue (Oryx gazella blainei) e várias espécies de zebras. 
Visitantes - Começou em 2001 a receber visitantes, em viagens organizadas a partir da Namíbia.
Rinoceronte Negro

A África do outro lado - Egito

A Esfinge.
Hoje em dia quando falamos na África só pensamos em pobreza, fome e na África negra. Mas hoje nós iremos falar do Egito uma das primeiras civilizações do mundo.

O Egito é um país do norte da África que inclui a península do Sinai, na Ásia. Ë um dos paises mais populosos da África, e a maior parte de sua população vive nas margens no Rio Nilo, a única área de cultivo do país.
As regiões do deserto do Saara são pouco habitadas, metade da população vive nos centros urbanos como Cairo, Alexandria entre outras cidades do Delta do Nilo.
O Egito é reconhecido por sua história, pela antiga civilização faraônica, que deixaou muitos pontos turísticos atrativos como as pirâmides de Gizé e a Esfinge.  Alem dos sítios antigos como o templo de Karnak e o vale dos reis.
O Egito com certeza possui uma grande importância cultural e política, por isso é um dos países mais importantes da África.

 
As pirâmides de Gizé.